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Morte de filho de rondonense completa um ano e inventário pode apontar para nova linha de investigação
Por Nova Sanrta Rosa | Postado em: 13/07/2019 - 10:06

A morte do gerente financeiro Fabio Royer, filho de rondonense, completa um ano na próxima terça-feira (16). Na ocasião, familiares contaram que ele havia saído de casa, no bairro Bacacheri, em Curitiba, e desapareceu.

Fábio Royer, de 42 anos é filho do rondonense Romeu Royer, pessoa bastante conhecida no município e na região.

Dois dias depois, o corpo de Royer foi encontrado incendiado dentro de um carro, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba. O caso é repleto de mistério, mas um documento do inventario pode indicar para uma nova linha de investigação pela Polícia Civil.

De acordo com o delegado Thiago Nóbrega, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), novos documentos foram descobertos após a abertura do inventario e já passaram a compor o inquérito. “São provas que nós não tínhamos conhecimento e que levantam mais uma frente de investigação, com diligências que já estão em andamento”, relatou.

Nóbrega assumiu a investigação do caso há cerca de dois meses. Anteriormente, a DHPP já havia informado que Royer poderia ter uma “vida dupla”, que não era do conhecimento de sua família. Para o atual delegado do caso, há indícios que apontam para isso. “Existe uma linha que parte do pressuposto de o crime estar relacionado por um possível envolvimento de Fábio com terceiras pessoas fora do relacionamento conjugal, mas nada que possa ser divulgado no momento até por uma questão de preservação das investigações”, disse.

Royer estava desapareceu na noite de 16 de julho de 2018. Ele saiu de casa, no bairro Bacacheri, em Curitiba, para ir até uma farmácia comprar uma bomba de asma para o filho. O veículo Renault Kwid dele foi encontrado incendiado, com o corpo no banco dos fundos, na tarde do dia 18 de julho, na Rua José Strapasson.

Prosseguimento das investigações

Segundo o delegado, parte da demora na solução do caso está na demora de terceiros em cumprir solicitações judiciais. Segundo o delegado Thiago Nóbrega, o crime é bastante complexo e nem mesmo há provas sobre o local da morte de Royer. “Muitas vezes temos dificuldade em obter informações solicitadas, como empresas de telefonia e bancárias. Isso, inevitavelmente, ocasiona uma demora. Mas, em nenhum momento, a polícia deixou de se empenhar nessa questão”, concluiu.

A morte de Royer é investigada pela 3ª Delegacia de Homicídios de Curitiba.

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